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quinta-feira, 12 de março de 2015

TESTEMUNHO: A MISSA TRIDENTINA!


Santa Missa Tridentina celebrada pelo Mons. Alencar

Por editores do Blog 

A Santa Missa Tridentina em Montes Claros, norte de Minas Gerais, já possui mais de dois anos e meio de retorno à nossa cidade (graças ao  Motu Proprio Summorum Pontifincum, de Bento XVI). A página oficial no facebook Missa Tridentina em Montes Claros - MG  está colhendo testemunhos e relatos de fiéis que tem frequentado o Santo Sacrifício durante esse período.

Segue o testemunho do montesclarense sr. João Soares de Oliveira Junior:

Sou católico, pela graça de Deus, há mais de trinta e um anos, quando fui batizado. Há pouco mais de treze anos, passei a participar com assiduidade na Igreja. Recebi o Crisma e posteriormente vim a conhecer o amor de Cristo que se faz presente também nos sacramentos, como, por exemplo, na Confissão e sobretudo na Santa Eucaristia. Então, o valor da Santa Missa manifestou-se para mim de um modo todo particular.

Fiz muitos amigos (irmãos na fé) em vários grupos, comunidades e pastorais pelas paróquias de minha cidade nesse tempo. Mas, em especial, me identifiquei profundamente com a Sociedade da Santíssima Virgem Maria - SSVM, traçando comigo o caminho de -embora sendo um leigo - amar sempre mais a Santa Igreja, Corpo Místico de Cristo, sua doutrina, Tradição e Magistério. Não posso deixar de mencionar minha consagração total à Virgem Santíssima (pelo Método de São Luiz de Montfort) a quem devo todos os meus méritos, caso tenha algum.

E conhecendo amigos ora aqui ora ali, pudemos nos unir em prol da Missa Tridentina, ou famosa "Missa de São Pio V", da qual tanto ouvira falar, mas que não conhecia de fato. Antes, só ouvira dizer pela boca dos mais antigos, através de documentos e escritos de santos ou por vídeos na internet. Com a Missa Tridentina em Montes Claros-MG, assistindo-a todos os sábados, descobri que é a maior riqueza da Igreja, algo singular.

Neste longo tempo de frequência à Santa Missa pude fazer muitas observações, algumas das quais quero relatar aqui:

† Observei o cuidado com que o sacerdote (independente de quem esteja celebrando) trata o Altar como também trata o Corpo de Cristo durante e após a Consagração;

† Percebi a maravilha e riqueza do silêncio no momento do culto a Deus. Pelo rito, notei que tenho que me reconhecer pecador antes de me aproximar do Senhor.

† Vi que o Latim não é empecilho para os fiéis compreenderem o que está acontecendo durante a Santa Missa. E acompanhando aos poucos, aprendi que a língua mãe é uma maravilha que não pode ser deixada de lado  e que mesmo o documento Sacrosanctum Concilium incentivou o uso dela. Uma pena que não é obedecido. O latim manifesta universalidade e precisão, trazendo a unidade de diversos povos num idioma, como que várias gentes professando o Credo por uma única boca, parafraseando santo Irineu de Lion. Isto é próprio da Igreja Católica.

† Lendo o ordinário para acompanhar a Santa Missa (com tradução para o português), aprendi um pouco mais como é riquíssima a nossa Igreja. A perfeição com que ela nos séculos fez o rito romano tão de acordo com sua doutrina. Lex orandi lex credendi.

† Vi pessoas, muito humildes, se encontrando com Deus e ouvi muitos de seus testemunhos.

†Vi tantos outros procurarem o padre após a Santa Missa Tridentina, para se confessarem. Pessoas que poucas vezes vemos nas igrejas. Ou seja, testemunhos de conversão e encanto ao se depararem com o Sagrado sendo tratado como Sagrado.

† Vi fiéis darem, por conta própria, mais atenção ao Cristo na Eucaristia. Pois a Santa Missa terminava, as obrigações diárias chamavam, mas a maioria deles permaneciam mais tempo em Ação de Graças após a Comunhão. Percebi que ali a fé deles ficava mais sólida após o Santo Sacrifício, o que certamente influencia de modo positivo no dia a dia deles como cristãos-católicos.

Testemunha recebendo o Corpo de Cristo
  pelas mãos do Pe. Henrique Mugnaz

Fico pensando, se este pecador enxergou tudo isso...

Imaginemos quantas graças sobrenaturais esta celebração tem feito à nossa Cidade?! Posso dizer convictamente: valeu e vale a pena cada Quilômetro rodado para ir a Santa Missa! Durante quatro anos trabalhei residindo em Januária-MG (167 km de Montes Claros) e a Missa Tridentina me fez vir todos os dias em que ela estava agendada.Viajaria tudo de novo.


MARIA SEMPRE!


João Soares de Oliveira Junior, RG: MG-12.961.397, Diretor Presidente da SSVM e Servidor Público Federal, residente no bairro Sagrada Família.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

MISSA TRIDENTINA - MONTES CLAROS


Postado por editores do Blog

Reportagem produzida pelo ecatolico.com. Dois anos de Missa Tridentina em Montes Claros:

†

†
Caríssimos leitores, é com imensa satisfação que reproduzimos abaixo a interessante reportagem organizada pelo portal ecatolico.com.br da Arquidiocese de Montes Claros. São dois anos de trabalho infatigável em prol deste rito multissecular. Há muito ainda por fazer, claro; entretanto devemos sim celebrar as vitórias de Deus que nos vem pelas mãos da Santíssima Virgem Maria.

Em reconhecimento a Dom José Alberto Moura.
Obrigado senhor bispo!
Reconhecemos com apreço os esforços de centenas de fiéis que assinaram o abaixado-assinado pela aprovação do rito em nossa cidade e moveram o coração do Excelentíssimo Arcebispo de Montes Claros, Dom José Alberto Moura, sempre atento as boas inclinações de seu rebanho.


Não podemos deixar de louvar, entretanto, os esforços e colaborações da Liga do Santo Rosário, assim como, da Sociedade da Santíssima Virgem Maria - SSVM, sempre dispostos a promover e defender este tesouro inestimável.


É com alegria indizível que vemos, sábado após sábado, cada vez mais pessoas tomando conhecimento dos benefícios deste Santo Rito; pessoas, muitas vezes oriundas de cidades vizinhas, cativadas pelo testemunho de outros que por lá passaram e retornaram às suas casas tocados pela Graça Divina. 

Que estes dois anos de retorno do chamado "Rito de São Pio V", sejam apenas o sinal de sua permanência entre nós, queira Deus, até o fim dos tempos, onde, à sombra da Virgem Santíssima poderemos ser participes da glória celeste.


                                                               MARIA SEMPRE!

quinta-feira, 19 de junho de 2014

GRANDE FESTA DE CORPUS CHRISTI


A festa de Corpus Christi teve origem em 1243,
em Liège, na Bélgica, quando Santa Juliana de Cornillon
teve visões de Nosso Senhor Jesus Cristo

Postado por editores deste blog

Segue abaixo algumas imagens que nos remetem à grandeza desta festa que tanto enleva o coração dos fiéis católicos. Pedimos à Virgem Maria que conceda aos amigos deste blog toda sorte de bençãos neste dia de imponderável beleza. Viva o Santíssimo Sacramento!

Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento

Santíssimo Sacramento
Papa Francisco demonstra amor ao Santíssimo Sacramento...
Pelicano: símbolo da Eucaristia.
Dando a própria carne para matar a fome de seus filhotes,
simboliza Cristo que se dá em alimento aos que lhe procuram.


Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento! Rogai por nós!

MARIA SEMPRE!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

- O CALVÁRIO PERTENCE A TODOS OS TEMPOS E A TODOS OS LUGARES -


"(...) quando subiu ao alto do Calvário, estava praticamente despojado das Suas vestes. Ele poderia ter salvo o mundo sem ter revestido os atavios de um mundo transitório. A Sua túnica pertencia ao tempo, e localizava, fixava Jesus como um habitante da Galiléia. 


Agora, porém, despojado das Suas vestes e completamente desapossado das coisas terrenas, Ele não pertencia à Galiléia, nem a qualquer província romana, mas sim ao mundo. Jesus transformara-Se no pobre homem universal, que não pertencia a qualquer povo, mas sim a todos os povos.  Para exprimir com maior amplitude a universalidade da Redenção, a cruz foi erguida nas encruzilhadas da civilização, num ponto central, entre três grandes culturas – Jerusalém, Roma e Atenas, em nome das quais Ele fora crucificado. A cruz foi, assim, erguida perante os olhos dos homens para chamar a atenção do negligente, fazer apelo ao desleixado, e despertar as consciências adormecidas. 

Foi o único fato irrefutável ao quais as culturas e civilizações do Seu tempo não puderam resistir, e é também nos nossos tempos o único fato irrefutável que não podemos deixar de aceitar. 

Os personagens que tomaram parte do drama da cruz foram os símbolos de todos aqueles que crucificaram. 


Nós estivemos lá, nas pessoas dos nossos representantes. 


Os que atualmente fazemos ao Cristo Místico fizeram-no eles ao Cristo histórico, em nosso nome. Se temos inveja dos bons, fomos representados pelos Escribas e Fariseus. Se hesitamos em abraçar a Verdade e o Amor divino, receando perder algumas vantagens temporais, estivemos lá, na pessoa de Pilatos. Se a nossa confiança é baseada na força material e procuramos conquistar o mundo por meio dela, em vez de o fazermos através da força espiritual, fomos representados por Herodes. E, assim, a história continua, e implica em si todos os pecados característicos do mundo, pecados que nos cegam para o fato de que Jesus é Deus. Havia, portanto, uma irrefutável certeza na crucifixão. Os homens que tinham a liberdade para pecar, também a tinham para crucificar. 



Enquanto o pecado existir no mundo, a crucifixão é uma realidade. Assim o comentou o poeta: 

“Eu vi passar o Filho de Deus. 

Coroado de espinhos... 

E perguntei: Pois não está tudo consumado? 

Senhor, as amarguras não estão esgotadas? 

Jesus volveu para mim um olhar terrível 

E disse-me: Pois não compreendeste? 

Toda a minha alma é um calvário, 

Todo o pecado é uma cruz.” 


Nós tivemos lá durante a crucifixão. O drama estava já completo, em tudo quanto dizia respeito a Cristo, mas não estava ainda patenteado, em relação a todos os homens, a todos os lugares e a todos os tempos.

Se a bobina em volta da qual está enrolado o filme tivesse consciência própria, ela conheceria o argumento de um drama, do princípio até ao fim, ao passo que o espetáculo não poderia, de fato, conhecê-lo, senão depois de ver completamente reproduzido na tela. Da mesma maneira, Nosso Senhor, pregado na Cruz, viu a Sua eterna vontade, todo o drama da história, a história de cada alma e a hora em que cada uma delas reagiria perante a Sua crucifixão; embora, porém, Ele visse tudo, nós não poderíamos saber como reagiríamos perante a Cruz, antes que as nossas vidas tivessem sido projetadas sobre a tela do tempo. 

Nós não tínhamos a consciência de havermos estado presentes no Calvário, naquele dia, mas Jesus tinha a consciência da nossa presença. Hoje, todavia, sabemos qual o papel que desempenhamos no cenário do Calvário, pela maneira como vivemos e agimos no cenário do Século Vinte. 


E é nisto que reside a atualidade do Calvário, a razão pela qual a cruz é a crise, e o motivo pelo qual, de certa maneira, as chagas ainda estão abertas, a dor divinizada, e as gotas de sangue, à maneira de estrelas, caem ainda sobre as nossas almas. 

Não é possível fugirmos à cruz, a não ser que façamos o que fizeram os Fariseus ou vendendo Cristo, como o fez Judas, ou crucificando-O, tal como fizeram os seus carrascos. Todos nós vemos a Cruz, quer para abraçá-la, para nos salvarmos, quer fugindo dela, para nos perdermos. 

Como é, porém, que a cruz se torne visível? 


Como se perpetuou e renovou o cenário do Calvário? 


No Santo Sacrifício da Missa, porque, quer no Calvário, quer durante o Santo Sacrifício, o Sacerdote e a Vítima são os mesmos. As sete palavras derradeiras são idênticas às sete partes da Missa. Assim como as sete notas musicais comportam uma infinita variedade de harmonias e combinações, também na Cruz há sete notas divinas que o Cristo moribundo fez soar através dos séculos e que, no seu conjunto, constituem a sublime melodia da Redenção do mundo. 

Cada palavra é uma parte da Missa. 

A primeira, "Perdoai-lhes", representa o Confiteor; a segunda, "Hoje estarás comigo no paraíso", é o Ofertório; a terceira, "Mulher, eis aqui o teu filho", é o Sanctus; a quarta, "Por que me abandonaste?", é a Consagração; a quinta. "Tenho Sede", é a Santa Comunhão; a sexta, "Tudo está consumado", é o "Ite missa est"; a sétima, "Pai, nas Vossas mãos entrego o Meu espírito", é o Último Evangelho. Representai, pois, na vossa idéia, o Sumo Sacerdote, Cristo, saindo da sacristia do Céu para o altar do Calvário. Ele já se revestiu da nossa natureza humana, colocou no braço o manípulo do nosso sofrimento, a estola do sacerdote, a casula da Cruz. O Calvário é a Sua Catedral; a rocha do Calvário é a pedra do altar; o rubor do sol poente a lâmpada do Santuário; Maria e João são as imagens vivas dos altares laterais; a Hóstia é o Corpo de Jesus; o vinho o Seu sangue. Ele está de pé, como sacerdote, e prostrado, como vítima. 

A Sua Missa vai começar. "

Prólogo, Livro O Calvário e a Missa, Arcebispo Fulton J. Sheen, PH. D., D.D; tradução de Marta de Mesquita da Câmara, Livraria Fiqueirinhas, Porto.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

- "AS EXCELÊNCIAS DA SANTA MISSA" - NECESSIDADE DO SANTO SACRIFÍCIO


Se não houvesse o Sol, que seria da Terra? Oh! Tudo seria trevas, horror, esterilidade e desolação.

E se o Mundo não tivesse a Santa Missa, que seria de nós? Infelizes! Ficaríamos privados de todos os bens sobrecarregados de todos os males. Estaríamos expostos a todos os raios da cólera de Deus.

Alguns há que se admiram, e acham que, de certo modo Deus mudou a sua maneira de governar. Antigamente Ele se nomeava de Deus dos exércitos, e falava ao povo do meio das nuvens, manejando o trovão; e de fato, era com todo o rigor da justiça que castigava os pecados. Por um único adultério, mandou passar a fio de espada vinte e cinco mil homens da tribo de Benjamim. (Juiz 20,46).

Por um leve pecado de orgulho de Davi em computar o povo, enviou Ele uma peste tão terrível que, em poucas horas pereceram setenta mil pessoas (II Sam. 24,15).

Por um só olhar curioso e desrespeitoso dos betsamitas, fez que cinqüenta mil deles perecessem. (I Sam. 6, 19).

E agora suporta, com paciência, não só vaidades e irreverências, mas adultérios, os mais vergonhosos, escândalos gravíssimos, e tantas blasfêmias horríveis que muitos cristãos vomitam contra Seu Nome Santíssimo.

Porque assim acontece? Por que tão grande mudança de conduta? Serão as ingratidões dos homens mais escusáveis hoje do que outrora? Bem ao contrário, são muito mais culpáveis, já que os imensos benefícios de Deus se multiplicam cada dia.

A verdadeira razão desta clemência espantosa é a Santa Missa, pela qual esta grande Vítima, que se chama Jesus, se oferece ao Eterno Pai. Eis aí o sol da Santa Igreja que dissipa as nuvens e torna sereno o céu.

Eis aí o arco-íris que detém os raios da Divina Justiça. Creio para mim que, não fosse a Santa Missa, o Mundo estaria já no abismo, incapaz de suportar o imenso fardo de suas iniqüidades.

A Santa Missa é o poderoso sustentáculo que lhe permite subsistir.

Pe. Henrique Munaiz, SJ.
 Celebração no Rito Tridentino

Concluí, de tudo isto, quanto este divino Sacrifício é necessário; assim então, sabei aproveitá-lo o máximo que for possível.

Para isto, quando participamos da Santa Missa, devemos imitar Afonso de Albuquerque. Achando-se, com sua frota, em perigo de naufragar numa horrível tempestade, teve uma inspiração: tomou nos braços uma criança que viajava em sua nau, e, elevando-a ao alto, exclamou: “Se todos somos pecadores, esta criaturinha é certamente sem mácula, Ah! Senhor por amor deste inocente compadecei-vos dos culpados!” Acreditareis? A vista dessa criança inocente agradou tanto a Deus, que Ele acalmou o mar e devolveu a alegria àqueles infelizes, gelados já pelo terror da morte certa.

Ora, qual pensais seja a atitude do Eterno Pai, quando o sacerdote, levantando a Santa Hóstia, lhe apresenta o Divino Filho? Ah! Seu amor não pode resistir à vista do inocente Jesus; Ele se sente forçado a acalmar nossas tormentas, e acudir a todas as nossas necessidades. Sem esta santa vítima, portanto, sem Jesus sacrificado por nós, primeiro sobre a Cruz, e todos os dias sobre nossos altares, estaríamos perdidos, e poderia cada um dizer a seu companheiro: “Até à vista no inferno! Sim, sim, no inferno, no inferno! Até à vista no inferno!”

Mas, com este tesouro da Santa Missa a nosso alcance, nossa esperança renasce; e se não opusermos obstáculos, teremos assegurado o Paraíso.

Deveríamos, portanto, beijar nossos altares, perfumá-los de incenso, e sobretudo honrá-los com nosso máximo respeito, pois que deles nos vêm tantos bens.

Juntai as mãos e agradecei a Deus Pai que nos deu o mandamento tão doce de oferecer-Lhe muitas vezes a Vítima celeste. Agradecei-Lhe, sobretudo, pelo imenso proveito que dela recebeis, se sois fiel não somente em oferecê-la, mas de fazê-lo para os fins a que nos foi concedido este dom tão precioso.[...]


Oração a Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento

Ó Virgem Maria, Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, glória do povo cristão, alegria da Igreja Universal e salvação do Mundo, rogai por nós e despertai em todos os fiéis a devoção à Santíssima Eucaristia, para que se tornem dignos de comungar todos os dias. Amém . 3 Ave marias...



Fonte: Livro: As Excelências da Santa Missa - Frei Leonardo de Porto-Maurício

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Convite: Missa Tridentina na solenidade da Imaculada Conceição

Aos amigos de Montes Claros-MG, Santa Missa Tridentina, numa ocasião especialíssima, além de ser solenidade da Imaculada Conceição, será também Jubileu de Ouro de Ordenação Presbiterial (50 anos) do jesuita, querido Pe. Henrique Munaiz, sacerdote muito piedoso que celebrou sua primeira Missa, no rito antigo, em 09/12/1962 e está voltando a celebrar novamente neste rito graças ao Motu Proprio Summorum Pontificum.


Cheguemos mais cedo pois deve começar pontualmente.
Virgem Santíssima, rogai por nós!

sábado, 3 de novembro de 2012

Boletins Pugna - Santa Missa - Tão sublime!!! Tão desprezada!!!


É lamentável que alguns (não poucos) católicos desconheçam a divina excelência do Santo Sacrifício. Todavia, um Boletim é muito pouco para tratarmos de mistério tão sublime como esse. Ousaremos, contudo, nos limitar, nesta edição, à explicação incipiente de sua natureza (ou sobrenatureza), lançando mão de citações sobre o assunto e ressaltando as graças inestimáveis que podemos nutrir com a sua reverência. Então, o que é a Santa Missa?



Antes, digamos o que ela não é ou não deveria ser:


1 - A Santa Missa não é um “show”. O padre, no momento da celebração, não é um “astro”, apresentador de TV, cantor, ator ou palhaço de circo. A propósito, durante a Consagração, o sacerdote, independente de quem ele seja, atua “in persona Christi Capitis”, isto é, representando a pessoa do Cristo (1). Ali, o presbitério não deve ser usado como palco, palanque ou picadeiro. Afinal, “o altar representa o Corpo de Cristo, e o Corpo de Cristo está sobre o altar” (2).

2- Não é um mero “encontro fraterno”, como “teólogos” modernistas ensinam. Se o fosse, qualquer encontro de boteco entre amigos poderia ser considerado “Missa”.

3 - Não é “Grupo de Oração”. O que deve ser lembrado a alguns iniciantes (ou mesmo veteranos) da RCC.

4- Não é um “culto” (protestantes ou de paróquias – mera celebração da Palavra). E, de fato, corrigindo a muitos pa-roquianos do Brasil afora, uma “Celebração da Palavra” não é e nem se equivale à Santa Missa. Não mesmo!

5 - Não é um “ritual de candomblé”, baile de dança, festival de coreografia ou qualquer coisa sincrética e sacrílega que, infelizmente vemos acontecer pelo Brasil devido, muitas vezes, à omissão das autoridades eclesiásticas.


Então, o que é a Santa Missa?
(...)

Continue lendo aqui.



Prezados leitores, estamos divulgando e disponibilizando os boletins Pugna que a Sociedade da Santíssima Virgem - SSVM publica para conhecimento, defesa e propagação da fé. Visualise nossos boletins já publicados na pagina própria, cabeçalho superior deste blog, Boletins Pugna. Façamos apostolado, por amor a Cristo e sua Igreja!

Virgem Santíssima, rogai por nós!