terça-feira, 9 de outubro de 2012

A ESPERTEZA DOS MAUS. VERGONHA!


Lobo à espera para o ataque...


Prof. Pedro Maria da Cruz

“O demônio se disfarça em anjo de luz”

Está ocorrendo no Brasil o Congresso Continental de Teologia, cujo término se dará no dia onze deste mês: iniciativa ousada dos “progressistas” em sua tentativa de reanimar obscuras teorias do passado, agora travestidas em “Anjos de luz”. Afinal, é próprio do mal fantasiar-se, enquanto dormem os vigias de Israel...

Acredite quem quiser, mas coube aos Jesuítas (Ordem fundada por Santo Inácio de Loyola - 1540), abrir as portas de sua universidade (Unisinos – São Leopoldo, RS) para receber os Gurus da “Nova Igreja”, (Queiruga, Jon Sobrino, Gustavo Gutiérrez, Leonardo Boff, João Batista Libânio, entre outros...), antigos mestres da Teologia da Libertação, tantas vezes criticada pela hierarquia católica. Porém, se nos assustou o fato de os Jesuítas haverem aceitado tal engodo, mais surpresos ainda ficaram outros com a divulgação do congresso realizada pelo departamento brasileiro da Rádio Vaticano.

Como se o Papa estivesse conivente com o erro.

Ora, estava claro que, se os mentores do congresso divulgaram o evento como uma forma de celebrar os cinqüenta anos da inauguração do Concilio Vaticano II e os quarenta anos do Livro de Gustavo Gutiérrez, “Teologia da Libertação. Perspectivas”, é porque buscavam formas de reorganizar seus trabalhos entorno de antigos objetivos, como sabemos, distantes do que prega a Tradição.

Para validar o que afirmamos, basta que se confira em certa entrevista realizada ha poucos dias, o que Jon Sobrino, um dos nomes mais esperados no congresso, deixou escapar como se o que transmitia fosse a perfeita expressão da ortodoxia católica: “Outro cristianismo é possível (...). Isso produziu alegria e esperança de que, como se diz hoje, não sei se com demasiada facilidade, outra Igreja, outra fé, outro cristianismo ‘é possível’(...)”. Na mesma linha de raciocínio, depois de haver citado pensadores reprovados pelo magistério, não deixou de taxá-los como “fontes de água viva até o dia de hoje”; e, por fim, convidou-nos a voltar-nos a elas como se as criticas da Igreja de nada valessem. Perguntado sobre as “perseguições” da Igreja à Teologia da Libertação, respondeu que as mesmas teriam ocorrido “(...) por ignorância, por medo de perder o poder ou por obstinação de não querer reconhecer a verdade com que se respondiam às críticas.”

Eis o espírito que anima o Congresso Continental... Apoiado pelos Jesuítas do Rio Grande do Sul...

Ademais, esse propósito de revigorar o que já havia sido reprovado pela Igreja estava bem debaixo do nariz daqueles que se colocaram a favor do Congresso. Basta conferirmos um ouro objetivo expresso pelos organizadores: “Contribuir para que a teologia latino-americana continue sendo instância retro alimentadora das comunidades eclesiais inseridas no mundo em perspectiva libertadora, frente aos novos desafios oriundos de um mundo pluralista e globalizado.”

Bom, não insistamos demais no que é evidente. Este é o fato: os promotores da Teologia da Libertação, ao contrário do que crêem os mais inocentes, continuam ativos em seus projetos; e se essa heresia, como dizem alguns, não é mais apresentada em nossos púlpitos (pelo menos claramente), não é isso devido ao fato de ela estar morta, mas simplesmente porque se travestiu de novos nomes e formas de atuação. Foi exatamente o que ficou subtendido em outro conferencista do mesmo congresso, o “teólogo” Jung Mo Sung. Para ele, a Teologia da Libertação apenas está em crise. “E só está em crise quem está vivo, quem já morreu não tem crise.”



Maria Santíssima, rogai por nós!



Referências:


http://www.unisinos.br/eventos/congresso-de-teologia/pt/o-congresso/apresentacao

http://www.unisinos.br/eventos/congresso-de-teologia/pt/component/content/article/4-vitrine/206-o-absoluto-e-deus-e-o-coabsoluto-sao-os-pobres-entrevista-especial-com-jon-sobrino

http://www.unisinos.br/eventos/congresso-de-teologia/pt/o-congresso/apresentacao

http://www.unisinos.br/eventos/congresso-de-teologia/pt/o-congresso/noticias/207-teologia-da-libertacao-e-a-experiencia-de-encontrar-deus-na-face-dos-pobres

terça-feira, 25 de setembro de 2012

A SUPOSTA ‘CARTA DO PAPA JOÃO PAULO II AOS JOVENS', o que realmente é, o que nunca foi e o que poderia ser.


Por João S. de O. Jr.

Não só no meio virtual, mas mesmo em meio a grupos de jovens de oração nas paróquias e comunidades, há uma ampla divulgação de uma famosa “Carta de João Paulo II aos jovens”. Acontece que é uma carta que nunca foi escrita pelo então pontífice da maneira que é apresentada. O Papa João Paulo II escreveu e assinou diversas cartas, documentos, encíclicas. Dentre essas, algumas muito boas como a “Veritatis Splendor”, a “Encíclica da Eucaristia” e a “Rosarium Virginis Mariae”, mas curioso é que essas cartas aos jovens de hoje, de ontem e de amanhã (de todos os fiéis) são oficiais e não são divulgadas com tanto entusiasmo pelos grupos como a falsa carta é. Tempos de crise...

A Verdadeira Carta de João Paulo II aos Jovens é o documento Carta Apostólica Dilecti Amici (aos amigos diletos), de 1985, por ocasião do ano internacional da Juventude. Inicia-se com a citação "Sempre pronto a dar razão da esperança a quem o solicite para você." O único trecho que de fato é igual à pseudo-carta é mínimo no documento verdadeiro bata uma leitura atenta: Confira tudo aqui.


Enfim, quero vos apresentar a famosa pseudo-carta e uma paródia de autoria deste também jovem leigo e esporádico autor que vos escreve em confronto com aquela. A paródia é uma visão da necessidade gritante que se observa para os jovens católicos da atualidade.

A pseudo-carta aos Jovens (sempre divulgada)

Precisamos de Santos sem véu ou batina.

Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.

Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.

Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.

Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.

Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.

Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.

Precisamos de Santos que vivam no mundo se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.

Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem disc man.

Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer pizza no fim de semana com os amigos.

Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.

Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.

“Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos”



Sejamos Santos!
(falsamente atribuída como a Carta de João Paulo II)


Paródia (como a “carta” poderia ser para os jovens de hoje)


Santa Gemma Galgani

Precisamos de muitos Santos e Santas, que não tenham medo de usarem o santo véu ou porem sua batina.

Precisamos de Santos modestos, que buscam a beleza sem futilidade.

Precisamos de santos que conheçam um bom cinema católico, belas músicas clássicas, que tenham senso crítico para a mídia e que saibam fazer amigos para Cristo. Que não temem os inimigos deste mesmo Cristo.

Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar em tudo, sobretudo, na faculdade e que não larguem Aquele depois desta última.

Precisamos de Santos que rezem e saibam lembrar de Deus em qualquer hora do dia, e que estudem também a doutrina da Igreja. Santos que buscam sua vocação, seja matrimonial, seja celibatária, mas que seja por amor a Cristo.

Precisamos de Santos Tradicionais, Conservadores, de todos os tempos, de sempre. Que não se envergonhem de dois mil anos de história.

Precisamos de santos que saibam de política, mas que nunca afaste a caridade como ferramenta em tudo que fizer socialmente.

Precisamos de santos que estejam no mundo, mas que não sejam do mundo. Que não tenham medo de viver para Cristo neste mundo.

Precisamos de Santos que bebam cerveja moderadamente, que apreciem uma boa culinária e não tenham medo de vestir o social ou usarem a saia, que saibam mostrar a cortesia em sociedade. Que apreciem a cultura clássica e não tenham medo de serem chamados de cafonas por isso.

Precisamos de santos que amem o Santíssimo Sacramento com atos externos e internos.

Santos que sejam humildes o suficiente para sempre se confessarem quando preciso.

Precisamos de jovens que sejam santos, mas que busquem ser santos mesmo, pois, de mediocridade, o mundo já está cheio.

Sejamos Santos guerreiros nesta terra!


Beato Pier Giorgio Frassati

Mãe do Bom Conselho, rogai por nós!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

PADRE QUEIRUGA: CENSURADO


Padre Andrés Torres Queiruga;
enfim, criticado pela Igreja!
                        Por Prof. Pedro Maria da Cruz


Escandalosamente aclamado por Bispos ¹


Estranhamente admirado pelo Padre Fábio de Melo ²


Compreensivamente ovacionado por Modernistas e Progressistas


Claramente Influenciado pelo espírito da maçonaria (Lessing, Hegel...)


Mas, Graças a Deus, criticado pelo Vaticano! Para alegria dos tradicionais...


É triste percebermos que a pesar da clara condenação por parte da Conferência Episcopal Espanhola a tantos pontos do ensinamento de Andrés Torres Queiruga, este autor continue ainda em voga entre seminaristas, padres e, inclusive, Bispos. O que é muito de se estranhar...

Olhando para um considerável número de dioceses pelo Brasil poderíamos afirmar com a grande Santa Catarina: “Digo-o chorando: hoje os pastores (...) não procuram corrigir. Enxergam o lobo infernal levando as ovelhas e fecham os olhos. Por isso não vêem, não corrigem” (Carta LXXXVIII, 4).

Poderíamos citar tantas barbaridades ensinadas pelo Padre Queiruga! Porém, refiramo-nos tão somente a alguns pontos contra os quais esse péssimo escritor encontra-se diametralmente oposto ao ensino da Tradição.

• Contra um seu ensinamento sobre o Inferno, afirma-nos a Santa Igreja:

“Se alguém disser que o medo do inferno — que nos leva a procurar refúgio na misericórdia divina, condoendo-nos dos pecados, e faz com que nos abstenhamos do pecado, — é pecado ou faz os pecadores piores — seja excomungado” (Concilio de Trento nº. 818. Cân. 9).

• Contra um seu ensinamento referente à Revelação Cristã, assim ela se posiciona:

“Se alguém disser que a divina revelação não pode tornar-se crível por manifestações externas, e que por isto os homens não devem ser movidos à fé senão exclusivamente pela interna experiência ou inspiração privada, seja anátema” (Concilio Vaticano I, 1812. Cân. 3).

• Contra outro ponto de seus ensinamentos que subestima o papel do Magistério da Igreja, assim afirma a Tradição:

O Divino Redentor não incumbiu que a autêntica interpretação deste depósito da Fé seja feita por cada um dos fiéis, e nem pelos próprios teólogos, mas somente pelo Magistério da Igreja” (DENZINGER, nº. 2314).

É, realmente, muito de se estranhar que um autor que negue a importância da materialidade da ressurreição tenha encontrado guarida nos meios católicos. A que estado chegamos! Quanta decadência!

Entre os muitos livros que escreveu (o pe. Queiruga) sobressai a obra “Repensar a Ressurreição”. O autor (Pe. Queiruga) defende a ressurreição de Jesus Cristo “em espírito”, sem a necessidade primária do “corpo”.(...) Karl Rahner também defendeu esta tese. Neste sentido, a ressurreição de Jesus Cristo seria um acontecimento histórico simbólico.” (Pe. Joaquim C. das Neves)

Mais estranho ainda é o fato de padres pop, como Fábio de Melo, por exemplo, mostrarem-se tão alinhados ao pensamento desse autor criticável.

“(...) quando eu fazia mestrado, o autor que eu estudei, André Torres Queiruga, homem que tem uma visão bonita da Teologia (...)” (Padre Fabio de Melo) ³

Isso retira a necessidade que temos da materialidade da ressurreição. Não importa que haja um corpo encontrado ou um corpo desaparecido. (...) O mais importante, e o que verdadeiramente pode mover o cristianismo no tempo, não está na prova material da ressurreição, mesmo porque não a temos.” (Pe. Fábio de Melo) ³b

Finalmente, segue abaixo o link onde o leitor poderá encontrar a Notificação dos Bispos Espanhóis contra os erros escandalosos do Padre Queiruga:


Maria Santíssima, rogai por nós!


Referências:
¹    -  Dom Redovino Rizzardo, cs - Bispo de Dourados – MS. Entre outros, muitos outros...
²   -   Conf. carta 2, página 15 do livro “Cartas entre amigos” do Pe. Fábio de Melo e Gabriel Chalita (novo peemedebista aliado de Dilma, abortista)
³   -   http://www.filhodoceu.com/2009/02/percebendo-acao-de-deus.html
³b - Conf. carta 2, página 15 do livro “Cartas entre amigos” do Pe. Fábio de Melo e Gabriel Chalita

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

HANS KÜNG: DESPREZO PELA IGREJA




Por Prof. Pedro Maria da Cruz


Teólogo do Vaticano II

Condecorado por maçons...

Afastado da Integridade da fé...

Já não pode ser considerado teólogo católico...


“Eu propus no meu livro uma série de terapias ecumênicas, a Igreja teria de (...) assumir sua responsabilidade social (...) a Inquisição deve ser finalmente abolida e as formas de repressão têm de ser eliminadas. (...) o casamento deve ser permitido a padres e bispos e os postos da Igreja devem ser abertos a mulheres.” (3) (Hans Küng em entrevista à Jürgen Zurheide)

“O padre Católico Hans Küng no momento proclama a maior de todas as heresias e não foi excomungado. Pelo contrário, em 18 de Maio de 2007 ele recebeu uma condecoração pública dos maçons. Nessa ocasião um Mestre Maçônico disse de Hans Küng: “O que você fala provêm de nossa alma maçônica”. (2) (Ordem de São Basílio Mágno)

“Hans Küng não só deixou de ser Católico, mas ele deixou de ser Cristão. Negando a Divindade de Cristo e O colocando no mesmo nível com Maomé ou Buda – isto não é mais ser cristão. (...) então ele é absolutamente escandaloso”. (3) (Radomir Maly)


Hans Küng na casa da Fundação
 Etos Mundial, Tubingen - Alemanha


SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

DECLARAÇÃO
ACERCA DE ALGUNS PONTOS
DA DOUTRINA TEOLÓGICA
DO PROF. HANS KÜNG

“Como alguns escritos do sacerdote Professor Hans Küng, difundidos em tantos países, e a sua doutrina produzem perturbação na alma dos fiéis, os Bispos da Alemanha e a própria Congregação para a Doutrina da Fé, de comum acordo, repetidamente o aconselharam e admoestaram pretendendo levá-lo a exercer a sua actividade de teólogo em plena comunhão com o Magistério autêntico da Igreja.

Com tal espírito, a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, cumprindo a sua missão de promover e tutelar a doutrina da fé e dos costumes na Igreja universal, com público documento de 15 de Fevereiro de 1975 declarou que algumas opiniões do Professor Hans Küng se opõem, em diversos graus, à doutrina da Igreja que todos os fiéis devem seguir. Entre elas indicou, como de maior importância, o dogma de fé na infalibilidade da Igreja e a missão de interpretar autenticamente o único depósito sagrado da palavra de Deus, confiado só ao Magistério vivo da Igreja, e também a consagração válida da Eucaristia.

Ao mesmo tempo esta Sagrada Congregação avisou o mencionado Professor que não continuasse a ensinar tais doutrinas, mantendo-se entretanto à espera de que ele harmonizasse as próprias opiniões com a doutrina do Magistério autêntico.Todavia nenhuma mudança houve até agora nas citadas opiniões.

Consta isto, em especial no que diz respeito à opinião, que põe peio menos em dúvida o dogma dá infalibilidade na Igreja ou o reduz a certa indefectibilidade fundamental da Igreja na verdade, com a possibilidade de erro nas doutrinas que o Magistério da Igreja ensina deverem ser cridas de maneira definitiva. Neste ponto Hans Küng nada se conformou com a doutrina do Magistério; pelo contrário, recentemente apresentou de novo, ainda mais expressamente, a sua opinião, embora esta Sagrada Congregação tivesse então afirmado que ela contradiz a doutrina definida pelo Concílio Vaticano I e depois confirmada pelo Concílio Vaticano II.

Além disso, as consequências de tal opinião, sobretudo o desprezo pelo Magistério da Igreja, encontram-se ainda noutras obras por ele publicadas, sem dúvida com detrimento de vários pontos essenciais de fé católica (por exemplo, os relativos a Cristo consubstancial com o Pai, e à Bem-aventurada Virgem Maria), pois é atribuído a esses pontos um significado diverso daquele que entendeu e entende a Igreja.

A Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, no documento de 1975, absteve-se, na altura, de nova acção quanto às mencionadas opiniões do Prof. Küng, presumindo que ele as viria a abandonar. Uma vez, porém que tal presunção já não se pode manter, esta Sagrada Congregação, em virtude do seu cargo, sente-se obrigada a declarar actualmente que o Professor Hans Küng se afastou, nos seus escritos, da integridade da verdade da fé católica, e portanto já não pode ser considerado teólogo católico nem pode, como tal, exercer o cargo de ensinar.
No decurso da Audiência concedida ao abaixo assinado Cardeal Prefeito, o Sumo Pontífice João Paulo II aprovou a presente Declaração, decidida na reunião ordinária desta Congregação, e ordenou que fosse publicada.”

Dado em Roma, na Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 15 de Dezembro de 1979.

Franjo Cardeal Šeper
Prefeito

(Grifos nossos)
Maria Santíssima, ora pro nobis!


(1) http://www.teleios.com.br/2011/hans-kung-teologo-alemao-questiona-beatificacao-de-joao-paulo-2%C2%B0/

(2) http://www.montfort.org.br/old/index.php?secao=veritas&subsecao=religiao&artigo=condecoracao-maconica-hans-kung&lang=bra

(3) http://www.montfort.org.br/old/index.php?secao=veritas&subsecao=religiao&artigo=condecoracao-maconica-hans-kung&lang=bra

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Fórum: O Sentido Cristão do Casamento e da Sexualidade

Por Saulo Eleazer


Como anunciamos, realizou-se no dia 22 de Julho deste ano o fórum “O Sentido Cristão do Casamento e da Sexualidade”, promovido pela Sociedade da Santíssima Virgem Maria, SSVM. O evento iniciou-se às 8:30 horas da manhã de domingo no auditório do Hospital Universitário Clemente Farias, em Montes Claros- MG, e teve seu encerramento ao meio dia.
Após a reza do Santo Terço, a primeira conferência foi uma apresentação sobre o sentido cristão do casamento, excelentemente conduzida pelo Sr. João Soares de Oliveira Júnior. Durante o desenvolvimento de sua atividade o conferencista abordou assuntos pertinentes ao tema como o que o cristianismo fez ao casamento, a importância dos filhos e de conjugar os fins do matrimônio. Também, a questão dos métodos contraceptivos e abortivos, abarcando já em um único lance os pontos principais do que seria a segunda conferência.
Foi oferecido aos presentes um agradável lanche onde os mesmos puderam estreitar seus laços, conviver fraternalmente e trocar informações. O que demonstrou o interesse pelos assuntos e sua gritante atualidade.

Antes do fórum de discussões, que, aliás, chegaram a um nível de participação e aprofundamento louváveis, foi apresentado um vídeo onde o Rev. Pe. Paulo Ricardo brindou os nossos convidados com tocante reflexão a respeito do verdadeiro sentido do amor no relacionamento conjugal.

Conduzindo o fórum de discussões, que encerrou nossas atividades, participaram os senhores membros da SSVM: João Soares de Oliveira Junior, conferencista; Rafael Gomez, seminarista ordem dos mercedários; Paulo Vinicius Costa de Oliveira, advogado e o sr. Valdomiro, representante da liga do Santo Rosário.
Agradecemos a todos os que nos deram a alegria de sua presença. Que a Santíssima Virgem Maria seja auxilio e socorro em suas vidas. E, desde já, anunciamos o entusiástico propósito de oferecer maiores oportunidades de convivência e reflexão.
SOCIEDADE DA SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA
Maria Sempre!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Convite: 'O Sentido Cristão do Casamento e da Sexualidade'

A Sociedade da Santíssima Virgem Maria convida a todos os amigos para:


Será um excelente fórum, convidamos a todos os futuros e recém casados da localidade de Montes Claros-MG, norte de Minas para estarem presentes. Vagas limitadas.
Dúvidas? Entre em contato conosco: jsoj@bol.com.br
Maria Santíssima, ora pro nobis!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

MULHERES, GAMBÁS E ALCATRAS

Por Prof. Carlos Ramalhete

Gambá é um bicho que é muito atropelado. Não é difícil entender o porquê, quando se os vê atravessando a estrada, rebolando e jogando aquele rabão feio e pelado de um lado para o outro. Carcaça de gambá atropelado é uma dessas coisas que só urubu pode achar apetitoso, mas que são frequentes o suficiente para que quem viaja muito sempre as veja.
Em ambientes controlados, refrigerados e limpos, vemos outro tipo de carcaça animal: belas peças de alcatra e picanha, penduradas nas vitrines dos açougues. Tão bonitas que acho que o urubu iria demorar para entender que é para comer.

O problema começa quando o tratamento dado às alcatras começa a ser estendido a seres humanos, como fazem os muitos homens que tratam as mulheres como coisa, como peças de carne expostas em açougues. É um problema sério, que só pode ser combatido fazendo com que eles percebam que elas são muito mais que peças de carne. Reafirmando a sempre existente dignidade feminina que eles negam.
Infelizmente, há quem ache que a solução é passar de alcatra a carcaça de gambá atropelado. Como triste exemplo, sábado teremos uma passeata de carcaças de gambá em Curitiba, quando a edição local da “Marcha das Vadias” vai tentar desfazer o que resta de respeito à dignidade feminina, com direito a senhoras seminuas, com frases de efeito rabiscadas pelo corpo, berrando como almas penadas e assustando as crianças, os cachorros e mesmo algum gambá ou urubu perdido na cidade.
Marcha das Vadias em Maceió pede "respeito" às mulheres
O equivalente masculino talvez fosse uma passeata de barrigudos de cuecas, com o controle remoto numa mão e a latinha de cerveja na outra, arrotando e coçando as partes, como forma de protesto contra a falta de reconhecimento da dignidade masculina. E, mesmo assim, seria um mal menor que a “Marcha das Vadias”, porque a dignidade feminina é infinitamente maior que a masculina. Sua negação – em grau menor pelos donjuans de porta de botequim e em dose máxima pelas vadias urrantes – é um atentado maior que a da masculina, por ser mais digno o alvo do atentado.

Costumo dizer que o feminismo tirou a mulher do pedestal e a arrastou para o açougue; as “vadias”, querendo ser carcaças de gambás atropelados, são apenas a versão já farsesca do mesmo erro fundamental de querer fazer a mulher descer ao nível do homem, achando que isto seria uma forma de melhorar sua situação social. A imbecilidade machista deve ser combatida pela afirmação da dignidade e da capacidade feminina, não pela imitação do pior do sexo masculino.

Nem alcatra, nem gambá: mulher.

 
Fonte: Gazeta do Povo

segunda-feira, 2 de julho de 2012

"QUE CRISE?"

A atual crise da Igreja sob o ponto de vista (ou melhor, de "não vista") da grande maioria dos leigos católicos é expressada brilhantemente no video a seguir, por Michael Voris:
Obs.: Aconselhamos expandir o video clicando no botão do canto direito inferior ao mesmo.