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| Padre Andrés Torres Queiruga; enfim, criticado pela Igreja! |
Escandalosamente aclamado por Bispos ¹
É triste percebermos que a pesar da clara condenação por parte da Conferência Episcopal Espanhola a tantos pontos do ensinamento de Andrés Torres Queiruga, este autor continue ainda em voga entre seminaristas, padres e, inclusive, Bispos. O que é muito de se estranhar...
Olhando para um considerável número de dioceses pelo Brasil poderíamos afirmar com a grande Santa Catarina: “Digo-o chorando: hoje os pastores (...) não procuram corrigir. Enxergam o lobo infernal levando as ovelhas e fecham os olhos. Por isso não vêem, não corrigem” (Carta LXXXVIII, 4).
Poderíamos citar tantas barbaridades ensinadas pelo Padre Queiruga! Porém, refiramo-nos tão somente a alguns pontos contra os quais esse péssimo escritor encontra-se diametralmente oposto ao ensino da Tradição.
• Contra um seu ensinamento sobre o Inferno, afirma-nos a Santa Igreja:
“Se alguém disser que o medo do inferno — que nos leva a procurar refúgio na misericórdia divina, condoendo-nos dos pecados, e faz com que nos abstenhamos do pecado, — é pecado ou faz os pecadores piores — seja excomungado” (Concilio de Trento nº. 818. Cân. 9).
• Contra um seu ensinamento referente à Revelação Cristã, assim ela se posiciona:
“Se alguém disser que a divina revelação não pode tornar-se crível por manifestações externas, e que por isto os homens não devem ser movidos à fé senão exclusivamente pela interna experiência ou inspiração privada, seja anátema” (Concilio Vaticano I, 1812. Cân. 3).
• Contra outro ponto de seus ensinamentos que subestima o papel do Magistério da Igreja, assim afirma a Tradição:
“O Divino Redentor não incumbiu que a autêntica interpretação deste depósito da Fé seja feita por cada um dos fiéis, e nem pelos próprios teólogos, mas somente pelo Magistério da Igreja” (DENZINGER, nº. 2314).
É, realmente, muito de se estranhar que um autor que negue a importância da materialidade da ressurreição tenha encontrado guarida nos meios católicos. A que estado chegamos! Quanta decadência!
“Entre os muitos livros que escreveu (o pe. Queiruga) sobressai a obra “Repensar a Ressurreição”. O autor (Pe. Queiruga) defende a ressurreição de Jesus Cristo “em espírito”, sem a necessidade primária do “corpo”.(...) Karl Rahner também defendeu esta tese. Neste sentido, a ressurreição de Jesus Cristo seria um acontecimento histórico simbólico.” (Pe. Joaquim C. das Neves)
Mais estranho ainda é o fato de padres pop, como Fábio de Melo, por exemplo, mostrarem-se tão alinhados ao pensamento desse autor criticável.
“(...) quando eu fazia mestrado, o autor que eu estudei, André Torres Queiruga, homem que tem uma visão bonita da Teologia (...)” (Padre Fabio de Melo) ³
“Isso retira a necessidade que temos da materialidade da ressurreição. Não importa que haja um corpo encontrado ou um corpo desaparecido. (...) O mais importante, e o que verdadeiramente pode mover o cristianismo no tempo, não está na prova material da ressurreição, mesmo porque não a temos.” (Pe. Fábio de Melo) ³b
Finalmente, segue abaixo o link onde o leitor poderá encontrar a Notificação dos Bispos Espanhóis contra os erros escandalosos do Padre Queiruga:
Maria Santíssima, rogai por nós!
Referências:
¹ - Dom Redovino Rizzardo, cs - Bispo de Dourados – MS. Entre outros, muitos outros...
² - Conf. carta 2, página 15 do livro “Cartas entre amigos” do Pe. Fábio de Melo e Gabriel Chalita (novo peemedebista aliado de Dilma, abortista)
³ - http://www.filhodoceu.com/2009/02/percebendo-acao-de-deus.html
³b - Conf. carta 2, página 15 do livro “Cartas entre amigos” do Pe. Fábio de Melo e Gabriel Chalita









